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Proposta de estruturação: Objeto Paramétrico em Grupo

 Trabalho em grupo de criação de não-objeto programático e paramétrico para ampliar a possibilidade de diálogo entre as pessoas e das pessoas com o espaço. Posteriormente, alterando-se os parâmetros, serão produzidos objetos individuais a partir dessa ideia inicial.  Grupo:   Ana Beatriz Irias; Ana Clara Vitor; Andreza Petrillo; Bianca Campos; Isabela Daride; Layla do Vale; Rafaela Richard e Vitória Fernandes Esboço esquemático:  Objeto construído com uma haste central e camadas móveis   Projeto feito com o uso do SketchUp:

MHNJB: Exposição Arqueologia e Presépio do Pipiripau

 Relato sobre a visita técnica realizada no dia 20 de abril, quinta-feira, ao Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG que permitiu o contato com a natureza e com importantes elementos da cultura e história mineiras: o Presépio do Pipiripau e a Exposição de Arqueologia. Construído por Raimundo Machado, natural de Matozinhos, o presépio se destaca pela complexidade e por seu harmônico funcionamento. Com cerca de 45 interações que constituem cenas do percurso católico, a obra retrata dois pontos característicos da cidade: a ponte do Parque Municipal e o monumento da Praça Raul Soares, em homenagem ao período de construção de Belo Horizonte. Em 1976, o conjunto foi doado à UFMG e tombado como patrimônio histórico nacional em 1984. Sob uma análise individual, considerei o presépio uma obra rica em detalhes, que convida o expectador, prendendo-lhe a atenção, em busca de observar cada detalhe. Presépio do Pipiripau - Foto: Isabela Daride A Exposição de Arqueologia, por sua vez...

Desenho de observação: Museu de História Natural e Jardim Botânico

 Desenho de observação feito no MHNJB no dia 20 de abril.  Materiais utilizados: lápis HB, borracha, régua, caneta nanquim e aquarela. Tempo aproximado: 15min (no local) e 1h (em casa) Desenho da casa que abriga a exposição de Arqueologia

Crítica Stop motion

Crítica individual elaborada a partir da análise do Stop motion do grupo: Andreza Petrillo, Bianca Campos e Rafaela Richard.   O planejamento do vídeo, feito com o uso do storyboard, foi fiel à produção final. Os desenhos, associados às legendas e às setas, trouxeram clareza às ideias do grupo. Em relação ao vídeo, o uso de cores trouxe maior sensação de profundidade e de imersão no cenário. As transições, bem feitas, prendiam a atenção do espectador e criavam expectativas para a próxima cena. Além disso, a escolha dos sons contribuiu na complementação dos movimentos sem retirar o destaque dos objetos explorados e enriquecendo a cena. Apesar dos majoritários pontos positivos, destaca-se que a mudança no tamanho da tela de um mesmo quadro comprometeu, em parte, a fluidez do vídeo. Storyboard do grupo Acesse o Stop motion clicando no link:  https://www.youtube.com/watch?v=Gwm14sUuKbI&t=1s

Produção de Stop motion

 A partir das fotos de luz e sombra produzidas anteriormente pela sala, criou-se o Stopmotion a seguir.  O trabalho foi feito em trio com os componentes: Ana Clara Vitor, Isabela Daride e João Victor. Para o planejamento, confeccionou-se um storyboard com as ideias. Storyboard desenvolvido pelo grupo Assista ao vídeo: Link:   https://youtu.be/-VyJeN29jFM

Storyboard

 Planejamento de stop motion elaborado com o uso do storyboard: 

Texto Dinâmica em sala: finalística, causalística e programática

Na leitura do texto "Nosso Programa" de Vilém Flusser, foram apresentados três conceitos fundamentais para compreender o estudo do autor, são eles: a finalística, a causalística e a programática. Em primeiro lugar, a finalística baseia-se na não existência do acaso, o que parece ser um acaso é, na realidade, um propósito ainda não descoberto. Dessa forma, esse pensamento busca motivos por trás dos acontecimentos a fim de atribuí-los significados. Em segundo lugar, a causalística defende que para qualquer acaso existe uma causa oculta. Com isso, procura causas encobertas para justificar os cenários. Por fim, a programática considera que os propósitos e a as causas não passam de acasos interpretados. É o sistema no qual o acaso torna-se necessidade.  Após a leitura do texto, foram realizadas dinâmicas com sala nas quais foi possível identificar tais conceitos. Na primeira dinâmica (organização dos estudantes por ordem de tamanho), observa-se um movimento finalístico, no qual, a...

Críticas gifs

 As seguintes críticas referem-se à atividade experimental de produção de stop motions com base nas fotografias de luz e sombra elaboradas anteriormente.  Crítica 1 : Autora do GIF: Isabelle Alves O GIF atendeu muito bem à proposta de abstração, permitindo a livre interpretação de quem o visse. A animação também foi muito bem programada, de forma a criar um looping que estimula o observador a passar mais tempo analisando a montagem. A escolha das fotos foi ideal para criar a sensação de profundidade e de continuidade nas transições. O único ponto que chama atenção negativamente é a transição entre a segunda e a terceira imagem que, por ser muito brusca, quebra a sensação de progressão suave entre os frames. Crítica 2 : Autor do GIF: Enzo Prates A composição e a programação do GIF, muito bem feitas, contribuíram para criar um looping perfeito que prende o observador e o convida a passar mais tempo assistindo o movimento. Os triângulos alinhados ao fundo, todos em preto e branco...

Texto Análise: "A Filosofia da Caixa Preta"

 Parágrafo produzido a partir da leitura e análise do livro "A Filosofia da Caixa Preta" de Vilém Flusser. Escrito em 1983, o livro "A Filosofia da Caixa Preta" levanta uma discussão sobre a relação entre humanos e máquinas utilizando como ponto de partida o fotógrafo e a máquina fotográfica. Apesar do foco nesses dois elementos, o texto continua pertinente e seus desdobramentos encaixam-se no cenário das novas tecnologias dos dias atuais. Construindo um paralelo entre a invenção da escrita, que deu início à História, e a invenção das imagens técnicas (produzidas por aparelho), que deu início à chamada Pós-História, Flusser reflete sobre a substituição da realidade por instantes e a consequente alienação do homem nesse processo. Nesse contexto, destaca-se a instrumentalização da prática fotográfica um vez que, sem conhecer o que ocorre dentro do aparelho, quem utiliza a máquina torna-se um mero funcionário a serviço do equipamento. Ao se acomodar, se alienando dos p...

Estudo luz e sombra 3: síntese de fotos no Photoshop (em grupo)

 Trabalho realizado em grupo para aprendizado do uso das ferramentas do Photoshop.  Autores das fotos: Samuel Santos e Sarah Lima Grupo: Isabela Daride, João Victor, Júlia Lodi, Lucas Barbosa, Nina Coutinho e Ryan Vitor